"Cada um no seu quadrado, cada um no seu quadrado..."
manhê, quero ser jornalista quando eu crescer, por favorrr!
"Cada um no seu quadrado, cada um no seu quadrado..."
manhê, quero ser jornalista quando eu crescer, por favorrr!
Publicado em 30/05/2008 - 12:31
Estabelecer metas e cobrar resultados de maneira ponderada e equilibrada são estratégias que podem incentivar o funcionário a ser mais criativo. Essa foi a conclusão da dissertação de mestrado "Pressões no trabalho e a criatividade no contexto organizacional", da psicóloga Virgínia Nogueira. O estudo também apontou que o abuso dos limites físicos e o trabalho sob pressão exercem reflexos negativos no desenvolvimento do empregado e o desmotivam.
A pesquisadora avaliou o funcionamento de uma das maiores redes de supermercado do país e identificou diferentes tipos de pressão que prejudicam a criatividade nas organizações. Os funcionários entrevistados eram chefes de seção, diretamente responsáveis pelos resultados de suas áreas.
De acordo com o levantamento de Virgínia, a pressão de tempo foi uma das mais comentadas pelos chefes de seção. Esse tipo de pressão, na opinião dela, está associado à sobrecarga de trabalho e, em alguns casos, relacionada à falta de pessoal. A auto-exigência elevada, as pressões da família e dos amigos e a cobrança exacerbada por resultados também foram apontadas com entraves para o desenvolvimento de estratégias criativas no ambiente de trabalho.
As estratégias para driblar essas pressões, segundo a pesquisadora, podem partir da empresa ou do funcionário. Os voluntários da pesquisa afirmaram ser possível equacionar as cobranças por meio de um bom planejamento pessoal de tarefas e de tempo. Outros sugerem trocar idéias e experiências com colegas de serviço como forma de enfrentar a sobrecarga de trabalho e as demais pressões do ambiente. Mas, para Virgínia, a empresa também tem um papel importante nesse aspecto, e deve desenvolver como estratégia de incentivo programas estruturados e de estímulo à criatividade.
A pesquisa foi desenvolvida no Programa de Pós-graduação em Administração da UnB (Universidade de Brasília), sob orientação da professora Maria de Fátima Bruno de Faria.
Bem que eu queria inspirada estar a ponto de nessas linhas mal traçadas, entusiasmada falar das necessidades alheias. Não que eu não as reconheça e considere. No entanto ando tão sem motivações, que tem me faltado calor no coração para preocupar-me com as dores do mundo. Sim, estamos portanto, diante de uma situação bem delicada.
Tenho passado frio. E de tanto frio que passo, hoje a noite fuçando em minhas entranhas percebo meu músculo principal, quem deveria bombear-me as emoções, reduzido a 27% do seu tamanho. Uma perda significativa de mais de 70% devido ao frio que tem passado. Meu pobre coraçãozinho, antes vistoso tamanho uma mão fechada, agora medindo pouco mais que o dedo mindinho. Indo e vindo na sofreguidão do seu pulsar quase sem vontade, ameaçando parar. Tuntun, tuntun.. tun-tun, tun, tun, t....
Mais uma parada cardíaca, deste ano que nem começou, mas já beira a metade em datas e ultrapassa a marca de quedas do circuito interno. De sustos, de medos, de surpresas, de tristezas, decepções, de risos, de choros, de nãos, de sins, de vais, de vens... motivos não lhe faltaram.
Pero, desta vez, ao que me parece suas dores serão mais demoradas. Pobre coraçãozinho continuará assim, sem forças, agonizando entre vida e morte, até que encontre motivos definitivos a entregar-se ou salvar-se de vez. Motivos avulsos. Sim porque, ai que os comprometidos já me causaram muito trabalho, ou melhor tiraram-me o que tinha. |*ela disse tantas vezes que já me convenci que ora lancei meus irresistíveis encantos àquele pobre moço mal acompanhado, o namorado dela|- adendo: Deus proteja meu blog daqueles olhos de lince. (rsrs)
Mas como ia dizendo, dos frios que passo, o calor que falta, é humano. Do mês que passa a sensação que tenho é de que já é agosto, mês de desgosto. E que desse inverno/inferno astral interminável, não vai sobrar pedra sobre pedra. A não ser que o outubro se adiante, e o fevereiro antecipe meu carnaval. A mim, não seria mal. Mas minha mãe me conforta dizendo que não há heróis sem derrotas, não há mártires sem sofrimento.
E todo esse enrolar, me faz lembrar Mário Quintana. E posso ouvi-lo, suspirar ao dizer que "se as coisas são inatingíveis, ora. Não é motivos para não querê-las. Triste os caminhos se não fosse a mágica presença das estrelas." É ele, o meu poeta anjo, injetado direto na veia em doses cavalares, quem ainda estimula em meu pobre coraçãozinho seus últimos pulsares. Me visto de suas frases, me aconchego entre suas vírgulas, me aqueço com suas palavras.
*Piero, esse é por nós dois, vitimas do mesmo frio ;)