quarta-feira, dezembro 02, 2009

pito.


.






"rodrigotranquilo: ja te disse....não espera nada das pessoas(...),mas tu não me ouve!"











tá bem xuxu, vou começar a ouvir.. hehe
 | menção honrosa ao meu conselheiro mor|

quinta-feira, novembro 05, 2009

Não seja ridicula

Doze dicas para você ser aceita em todas os âmbitos

1)Não se emocione. Seja apática. Faça de conta que não viu; que não se incomoda; que não percebe, que não sente, que não gosta.

2) Concorde; não se manifeste; cala a boca e obedeça; mesmo contrariado, não se esqueça que tudo é lindo, já diria caetano.


3) Engole o choro e Sorria sempre. Mesmo quando a alma estiver ardendo, enxugue as lágrimas e sorria. Chorar é para fracos

4) Aliás, Sentir saudade é para fracos, sofrer é para fracos, amar é para fracos, querer é para fracos, gostar é para fracos...

5) Não pense muito. Aliás, não pense nada. Ser convicto é para fracos, ideologia é para fracos, cérebro (funcionando) é para fracos...

6) Aprenda a jogar xadrez; você precisa sempre saber como encurralar seus inimigos, sempre.

7) Não confunda nomenclaturas; parceiros não são amigos, colegas não são amigos, brotos não são amigos, mas amigos podem ser brotos... 

8) Esteja satisfeita sempre. Se não estiver satisfeita, diga que está. (*Isso vale inclusive para os gemidos forjados aqueles...)

9) Não seja egoísta, permita que os outros se entrometam na sua vida.

10) Mas se você precisar dos outros, esqueça! Eles não tem nada a ver com a sua vida. Se vire!

11) Intensidade só na interpretação. Finja cherry, finja muito; finja com afinco. Sua meta é o oscar de melhor atriz. Transparência é para fracos.

12) Refaça sonhos, refaça expectativas. Sua meta é ser uma mulher bem sucedida, rica, popular, desejada e feliz(?). E com essas onze dicas, certamente você será.









"só me deixe quando o lado bom,
for menor do que o ruim..."
(os outros)

sábado, outubro 31, 2009

Alumia, alumia

Tem um vazio preenchido.
e essa sensação de preenchimento da falta de algo que preencha
aí fica assim apática

Não sente nada
tampouco liga o telefone
não quer ouvir, nem ver, nem saber
não haverão mais chances

Se preenche de negações.
de recusar o que viu desnecessário


Descarta descaradamente.
como se estivesse tirasse do armário
as roupas, velhas que não lhe servem mais.

Não doí, alivia.
é aguá oxigenada na feridas 
arde, mas alivia... limpa a alma.

Veio com o verão, essa sensação de liberdade
que se preenche de um vazio sufocado, abafado

é o mar que estoura contra as pedras
é o verão que traz premissa de bom presságio
e que faz mandar embora toda a nostalgia bucólica que o inverno trouxe.

quarta-feira, outubro 21, 2009

Me arremessando contra o cais...

Pouco léxico, confuso, brega e piegas sim...


É que estava aqui, juntando cré com lé, e lembrando das coisas que me deixei repetir (boas e más), e dos encontros e desencontros que a surgem em meio ao caos da minha desorganizada vida..

Há meses atras eu lamentava a interferência da distância no convívio com alguns amigos.. Eles tinham ido embora. Eu estava lá, fazia parte da leva dos amigos que ficaram para traz...

Hoje eu integro a leva dos amigos que deixaram...E quando eu andava engolindo isso à seco, choramingando ausências, vem o acaso e me devolve gente que tinha se afastado temporariamente do meu convívio.

Parei de drama...

Inclusive vou tentar cessar os tro-lo-lós... Acabo de perceber que a proa manda ao seu ritmo, não tem muito como interferir. Deixa que desgoverne, que se perca, que suma mar adentro.. de momento fiquei feliz em sofrer com as ações estranhas dos fatores sem explicação...

terça-feira, outubro 13, 2009

Profissão o quê?

Contra o complexo de Clark Kent,
politizando e polemizando as coisas por aqui...

Na Grécia antiga a oratória era uma arma. Quando o conhecimento era privilégio de poucos e não dever do Estado, os munidos da boa retórica detinham o poder de interferir no comportamento e nos pensares dos demais cidadãos. Se voltarmos nossas atenções para os dias atuais, perceberemos que, por mais que a educação tenha se tornado dever do Estado, ainda deixa lacunas. Hoje, tal qual na Grécia antiga, os bons oradores ainda possuem o poder. O poder da palavra, que quando disseminada em meios comunicacionais massivos vira verdade. Toda essa mágica realidade conquistada através do poder de persuasão é o que tem convencido muitos jornalistas de que seu papel enquanto profissional poderá salvar a humanidade.

 Na verdade, o que talvez eles não saibam é que o pensar não é um privilégio. A considerar que todos os seres humanos são dotados de capacidade de raciocínio, logo entendemos que não há necessidade de intermediários que digam aos demais o que pensar, como pensar. Mas, se cortar as madeixas de Sansão, ele voltará a ser um homem comum. Quando a educação qualificada atingir, de fato, todos os cidadãos, o discernimento e o raciocínio não serão mais um diferencial. Os desafios de fazer uma reportagem serão os mesmos de construir um muro, de dirigir um ônibus, de passar mercadorias no caixa do super mercado.

sexta-feira, outubro 09, 2009

pra ontem

Frio do caramba. Ressaca de elefante. Agenda atrasada. Poltrona no corredor. A passagem leva até a Porto Alegre. Uma velhinha simpática querendo saber sobre notebooks. Eu desconfiada. Um frio do caramba mesmo.
Os méritos por ter perdido o ônibus. Meus ônus.
O resgate mal intencionado. Uma moça comportada intencionalmente.
O excesso de álcool. A falta de vergonha. O jogo de cintura.
As perguntas. As respostas. As perguntas. O jogo de cena.
A conciência que pesa, e já não era sem tempo. A risada alividada.
A sorte de ir. O azar de ficar.
A dor de cabeça interminável e o frio que não quer passar.
O café da manhã, a troca de olhares, o desfarçe, o sumiço.
O relógio que não colabora.
A falta de casaco.
O medo.
Vou desconectar.

sábado, outubro 03, 2009

Interlocuções

outro:
"onde tu encontrou ela?"
ele:
"...num show do Teatro Mágico!"
ela:
o quê?
outro:

"...perguntei para ele como vocês se conheceram..."
ele:
"...como a gente..."
outro: 
"que bacana conterrânea..."
ele:
quer dizer, mas foi antes na verdade...(pensa), durante, depois... (ri)
ela:
 
(confirma com o olhar e esboça um riso bobo)






...podia estar apavorada de estar lá...
mas achou no mínimo romântico!

quinta-feira, setembro 10, 2009

sobre perdas ou ganhos

" ...Acho que o que ainda me co-move é perceber que eu acrescentei algumas coisas, que ainda tem 'eu' ali saca? Que seja petulância minha, mas, eu tenho certeza que ali ficou bastante de mim, minhas frases, meus hábitos, meus gostos, meu público...Enquanto se eu analisar, os meus ganhos estão nas minhas perdas, meus lucros são as mudanças que os danos trouxeram... Quando eu verbalizo, sinto que é bom para o ego, aliás, é bem bom ver marcas suas nítidas em alguém que a você em tese desconsidera.(...) Sei lá, acho que o lucro pode até não ser meu, mas as perdas que me causou, também não me deixaram tão no prejuízo assim... E de mais a mais fiz a minha boa ação do ano...


Alguém aqui já leu
Lya Luft
?"

segunda-feira, agosto 24, 2009

Adstringente

desencantar-se é tão fácil...
Bastam algumas palavras,
alguns atos, ou olhares...
Bastam meia dúzia de teorias chulas,
ou frases forjadas,
palavras mal colocadas em texto errados,
pouco retórica em situações indevidas e
pronto:
Findam-se os carnavais, acabam-se as euforias.
O que ontem brilhava ou reluzia, hoje agoniza cores engasgadas...
é turvo, insalubre, quiçá lânguido.

sexta-feira, agosto 14, 2009

das velhas narrativas...

às vezes encontro velhos escritos...


Silêncio inquietante

E todo esse silêncio faz parte.
Ou, ao menos deverá fazer parte de quem sou
de hoje em diante, e agora, e sempre...
Ou ainda, talvez seja parte de um ontem atropelado
Um ontem rebelde como vem sendo
É que talvez esse ‘quem sou’ não saiba
o que quer ser quando crescer.
E daí em silêncio remoí suas dúvidas
De até quando vai crescer?,
para que lados cresce?
A que tamanho chega?
E sendo assim, só sabe, que precisa rejuvenecer!
Nem que seja ouvindo Belchior....
Voltar além de si, ir a quem dos ‘quens’
que ao longo do caminho, o modificaram.
Não mais querer ser parte,
Afinal, é feito de artes, e de estrepolias...
E de artes naturalmente parte pronto
Rumo a levar seu silêncio inquietante ao longe
Me disse hoje, baixinho, ao pé do ouvido:
“quero mais, é que não mais escureça e que dessa forma minhas dúvidas não me deixem desistir (...) Caso assim se siga, é tão somente, assim só, que quero seguir! Forte enquanto fraco, Óbvio enquanto redundante”

sexta-feira, agosto 07, 2009

minuto Estácio

na Estácio de Sá - aula de internet e mídias digitais III
aprendendo a usar um blog no blogspot.

ainda devo aprender a mexer no twitter,
no flickr,
no youtube....

pssss

tio, quero aprender a fazer um email tbm!!

que momento!!!




#metiradaqui.com




vou ensinar eles a mexer no iteia, no estudio livre, no identi.ca, no wordpress....
softwarelivre rules

quinta-feira, julho 30, 2009

Hoje, mais fraca...

a Antônio Victor Dias, meu amor, meu vô.





"Se vais embora, por favor não te detenhas
Sigas em frente e não olhes para trás
E assim não vais ver a lágrima insistente
Que molha o rosto do teu velho, meu rapaz."







:~(
De tudo ao meu amor serei atento.
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto..

quarta-feira, julho 22, 2009

é que...







Se
EU quissesse ganhar dinheiro,
não tinha feito jornalismo...






Te dedico

(*for my jobs)

e daí exagero,
me entrego, me agarro,
me frustro.

e de frustrada
rinjo os dentes
marco a face, fecho a alma.

depois disso digo chega!
deleto, bloqueio, elimino.
abstraio e me distraio

e o que tinha tudo para ser
un grand projecto
se esvaí

eu não gosto de emprestar meus brinquedos,
eu não quero mais brincar.






nunca mais ponho minhas
ideias em criative commons.
inclusive vou cessa-las
de hoje em diante aquieto a alma
e ponho a mente em stand by
e depois disso vou virar publicitária.

segunda-feira, julho 20, 2009

que bobagem.

Eu não vou desejar feliz dia do amigo!
acho péssimo!

já são dias felizes, quando eu tô do lado deles,
quando releio conversas,
quando fecho olho e revivo momentos
mesmo ruins,
mas com eles sempre por perto.
É feliz quando penso nos amigos novos e me divirto rememorando,
quando fazemos promessas de escrever livros de memórias,
Ou ainda, quando fazemos um reles momento, ser memorável,
e principalmente quando me aperta o peito a saudade deles
então me diz,
me diz pra quê essa babaquice de dia do amigo?
se os dias todos os dias não seriam nada sem eles...

segunda-feira, julho 13, 2009

Há contas para pagar....

...E segue a vida, tal qual a música!


musiquênha da banda independente LUDOV -
confere aí... lançam cdzito novo amanhã!!




"E no seu apartamento
Ela se esquecia de tudo...
Não havia contratempo
ela segurava o seu coração
e largava as roupas pelo chão."

(Ludov - Princesa)




quarta-feira, julho 08, 2009

Quando eu crescer...

...

Eu sempre quis ser fotojornalista...

quis?




perdi todos meu materiais para o portfólio...
acho que vou ter que começar do zero!


me empresta tua rolleiflex?





quarta-feira, junho 17, 2009

À você, esmeralda

Logo que entrei na faculdade, era uma das adoradoras do estilo talk show, usado no Programa do Jô. Aliás, era doida, fanática, apaixonada pelo programa do Jô. Depois da faculdade...da vida de adulto...dos horários comprimidos e afazeres diversos, abandonei o vicío... perdi o interesse e desencantei do jô. Como inegávelmente a vida da gente é ciclíca... cá estou eu de novo... fazendo do gorducho lá, minha companhia da madruga... Hora adorando ele, hora odiando o jeito arrogante e as perguntas impertinentes... mas com ele, sempre! Numa relação quase que de amor e ódio, mas que tem me proporcionado bons momentos e boas descobertas, sem dúvida.

Há duas semanas atrás, ou quase isso, um programa com duas entrevistas massas. A primeira, uma alegre descoberta. António Zambujo. O cara definitivamente é foda. Um portuguesinho, charmoso, querido, fofo e dono de uma musicalidade de derreter qualquer coração. Isso deve ser porque nas referências dele, nada mais são do que Tom Jobim, Caetano Veloso, João Gilberto, Tom waits, Ivan Lins, Roberta Sá. É simplesmente fantástico! Um cigarro, uma taça de vinho e o som dele, alivia qualquer alma... eleva qualquer espirito... Cessa qualquer pranto...é lindo!!

A segunda entrevista; Selton Mello... nem precisa falar muito mais. O johnny, que já foi caramuru, cherou ralos e fugiu da policía britânica, participava do programa para conversar sobre sua filmografia, suas dublagens, sua carreira e contar dos novos lançamentos. Dentre eles, A erva do Rato, filme de Júlio Bressane. Sobre esse último vou me dar ao luxo de falar em um outro momento, já que, fiz parte da nem tão seleta platéia de pré-lançamento do longa, no 13º Festival Audiovisual do Mercosul.

Hoje mais um entrevista massa: Heloisa Perissé. Vou confessar, nunca me impressinou muito... aliás... não tenho o hábito de ficar pagando pau para ator ou atriz, mas abri uma excessão hoje quando optei por falar do Selton e da Heloisa... Inclusive, foi ela quem me fez vir escrever... Ela e toda a passionalidade dela, todo o não racionalizar dela. Na conversa com o gorducho, a Lolô falou dos seus excessos. E foi justamente por isso que eu me encantei por ela. Minha adoração por gente excessiva, impulsiva e visceral. Sem meias palavras, ela falou da sua ex-compulsividade por doces, meio ex-compulsividade por bebidas e compulsividade nas atitudes. Que máximo.

Dentre as frases fortes da bonita, "comigo não tem esse negocio de pouquinho, de leve, ou light, comigo é por inteiro, é tudo e aos montes" e também "Eu como! Como tudo, engulo, devoro, como tudo. Mas sabe o que é não gosto de nada aos pouquinhos...nem comedido, ou dosado". Ou ainda "É, eu já nem enfio o pé na jaca mais, eu coloco a pantufa... antes de sair de casa eu visto minhas pantufas de jaca...". A frase da fran cocco, que eu e a Lolô, sem menor pudor nos apropriamos... E é o máximo. O máximo como a passionalidade da Heloisa. Como é um máximo exagerar... e depois ver que exagerou... mas e daí? Se é para viver, que seja ao máximo!!

sem frescuras, sem covardias, sem poderações...

abaixo as entrevistas com o António Zambujo, Selton Melo
a da Heloisa vem na sequência.









segunda-feira, junho 15, 2009

Nocaute

voltar?
voltei só eu para a casa...
o que é de lá, ficou lá...
não era para ser assim?
pois que assim seja...
procurei bem, por tudo...
não sobrou nada!!
só mágoa, mas dei jeito de eliminar também
Varri, espanei as poeiras das arestas
me desfiz de todo e qualquer
resquícios que houvesse
tranquei as portas e janelas.
Substituí alguns vícios..
se memórias póstumas tentarem entrar
treino minhas aulas de boxes com elas...
Porque, ali... hã.. ali ninguém mais mexe!!!


domingo, junho 14, 2009

"Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença. Mas às vezes a saudade é tão profunda que a presença é pouco: quer-se absorver toda outra pessoa. Essa vontade de um ser o outro para uma unificação inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida."
Clarice Lispector




sábias palavras clarice, sábias palavras...

please, one moment